
Data: 2003/2008
Área: 44.630 m2
Cliente: Silves Polis SA
Coordenadores de projecto:
João Ferreira Nunes, Carlos Ribas
Colaboradores de projecto:
Iñaki Zoilo, Joana Barreto, Mafalda Silva, Marta Jorge
Arquitectura:
Luíz Moreira
Consultores:
António Magalhães de Carvalho
FVE, Consultores de Engenharia
Silvino Maio/Lacerda Moreira, Engenheiros
Silvia Fontão
Fotografia:
Diogo Bento
Fernando Guerra
A intervenção estabelece a separação entre uma área pública de acesso e uma área vedada de uso condicionado. A rótula de relacionamento entre estas áreas, de funcionalidades distintas, acontece no ‘largo das duas palmeiras’, a uma cota intermédia, onde se localiza o edifício de apoio. Estabelecem-se dois percursos pedonais e um percurso misto, pedonal e automóvel condicionado, desde os arruamentos envolventes, criando aproximações visuais que vão sugerindo o enquadramento rigoroso de determinadas vistas. Opta-se pelo reconhecimento visual do conjunto de edificios construídos (Quinta do Camacho e Edifício do Centro tecnológico de Citricultura), utilizando a praça como elemento unificador, e mantendo a escala vivencial do sítio através da definição de um espaço de chegada de estadia e tomada de vistas. Este sistema é caracterizado por uma hierarquia funcional clara, sendo evidente um percurso principal e um conjunto de ligações secundárias, limitando o acesso dos visitantes a pontos da encosta susceptíveis de degradação, dada a sensibilidade arqueológica da área em questão. Partido do terraceamento existente, constitui-se um sistema de plataformas pavimentadas em saibro ligadas entre si, e susceptíveis de acolherem, por exemplo, uma função expositiva como complemento à informação permanente acerca do Castelo e da sua História.









